O custo dos combustíveis tem um peso decisivo no custo de utilização de um automóvel em Portugal, representando uma das maiores despesas no dia a dia dos condutores.
Esta realidade torna-se ainda mais relevante num contexto de elevada volatilidade dos preços, influenciada tanto pelo mercado internacional como por fatores internos.
Com este simulador é possível comparar o custo médio com cada um dos três combustíveis a cada 100 km e a cada 1.000 km.
É possível ajustar:
- O preço de cada combustível (por defeito, preço médio diário 26/0/2026 fornecido pela DGEG; consulte o link para consultar os valores atuais: https://precoscombustiveis.dgeg.gov.pt/estatistica/preco-medio-diario);
- Consumo médio do automóvel.
Simulador de Custo de Combustível
| Combustível | Custo por 100 km (€) | Custo por 1000 km (€) |
|---|---|---|
| Gasolina | - | - |
| Gasóleo | - | - |
| GPL | - | - |
O GPL é uma (boa) alternativa à subida do preço da gasolina e do gasóleo?
Como varia o custo dos combustíveis em Portugal?
Em Portugal, os preços dos combustíveis são revistos semanalmente e o valor final pago pelo consumidor resulta de vários fatores em simultâneo.
Embora o petróleo bruto influencie a evolução dos preços, o seu peso no valor final é apenas parcial. Em média, o crude representa cerca de um quarto do preço pago na bomba. Os impostos podem ultrapassar 50% e os restantes custos, como refinação, distribuição e margens comerciais, rondam os 15%.
No caso português, há ainda uma particularidade importante: o preço dos combustíveis tende a refletir mais diretamente as cotações dos produtos refinados nos mercados internacionais do que, por exemplo, o próprio preço do crude.
Esta evolução está, por sua vez, ligada às oscilações do barril de petróleo, que depende de fatores como tensões geopolíticas, decisões de produção e variações na procura global.
Portugal continua também fortemente dependente do exterior para satisfazer as suas necessidades energéticas. Apesar de existir capacidade de refinação instalada – com destaque histórico para a refinaria de Sines –, o país não consegue dispensar a importação de uma parte significativa dos combustíveis consumidos internamente.







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